O SINDICATO É UNIÃO!
Esta é a ideia-força do sindicalismo
classista. Trabalhador
tem poder quando está unido
ao sindicato. Só assim é respeitado
e valorizado, conquista
melhores salários e melhores
condições de vida e trabalho não só para si, mas
para a família, para a comunidade e para toda a
sociedade.
Fortalecer os sindicatos é uma tarefa da cidadania
avançada e democrática. Sindicato forte
é aquele presente na vida dos trabalhadores, na
luta pelos direitos, na negociação do dia-a-dia. A
melhor forma de medir a força do sindicato é pelo
nível de sindicalização da categoria. Quanto mais
trabalhadores sindicalizados, mais representativo
é o sindicato, mais presente nas empresas, mais
organizado na prestação de serviços, no atendimento
das necessidades da sua base. É o que
chamamos de “círculo virtuoso”!
O Brasil é um dos campeões na concentração
de renda: poucos ganham muito e muitos ganham
pouco. A luta sindical é uma via eficiente para melhor
distribuir o bolo da economia. É por isto que
a Força Sindical lança o desafio de ampliar o nível
de sindicalização para aumentar o poder de pressão
e negociação dos sindicatos e de todo o movimento,
pois queremos fatias cada vez maiores do
bolo que se forma com o crescimento econômico
e o desenvolvimento do País.
União é Força! Sindicalize-se!
Miguel Eduardo Torres
Presidente da Força Sindical
Se você ainda não é sindicalizado, corra.
Procure a secretaria de seu Sindicato.
Você será atendido com o maior prazer.
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Filiada À CSI
Filiada À CSI
SINDICATO: UMA HISTÓRIA DE
LUTAS E CONQUISTAS
O primeiro sindicato brasileiro foi fundado
em 1858, o dos tipógrafos do Rio de Janeiro. De
lá para cá rolou muita luta, boa parte sob violenta
repressão e controle do Estado contra a livre
organização dos trabalhadores. Porém, apesar
disso, foram muitas as conquistas dos trabalhadores,
hoje inscritas na Consolidação das Leis
do Trabalho (CLT) e na
Constituição Federal de
1988. Ou seja, é preciso
ficar claro que os
direitos dos trabalhadores
não foram dádivas
das classes dominantes
e do patronato, e sim conquistas da luta dos
próprios trabalhadores e de seus sindicatos.
Vale a pena lembrar algumas delas:
• Férias remuneradas de 30 dias por ano, com
acréscimo de 1/3 do salário;
• Direito ao descanso semanal remunerado;
• 13º salário;
• Jornada de 44 horas semanais;
• Direito à aposentadoria;
• Seguro-desemprego;
• Salário mínimo nacional;
• Direito ao aviso prévio em caso de demissão;
• Licença-maternidade de 120 dias.
PARA MAIS DIREITOS E
CONQUISTAS, AUMENTAR A
SINDICALIZAÇÃO
Sabemos que não podemos nos acomodar, e que
os trabalhadores exigem mais conquistas trabalhistas.
Nos últimos anos avançamos bastante na recuperação
do poder de compra dos salários. As Conven-
ções Coletivas de Trabalho têm garantido, à maioria
dos trabalhadores, aumentos reais. Graças ao acordo
costurado pelas Centrais Sindicais, o salário mínimo
conta com uma importante política de recuperação.
Vamos continuar mobilizados para conquistar a redu-
ção da jornada de trabalho para 40 horas semanais,
sem redução dos salários, e para acabar com o famigerado
“Fator Previdenciário”, que em muito prejudica
os trabalhadores na hora da aposentadoria.
É preciso, ainda, acabar de vez com a interferência
do Estado na organização dos
trabalhadores. Apesar da liberdade e
autonomia sindicais garantidas pela
Constituição, é cada dia
mais frequente a indevida
interferência do Ministério
Público do Trabalho
na administração dos sindicatos,
visando, muita vezes, desarticular sua
ação pela via do corte das contribuições dos
trabalhadores para seu sustento.
Nossa resposta deve ser: mais trabalhadores
sindicalizados, mais democracia para os sindicatos!
É fundamental organizarmos um grande
mutirão para trazer mais trabalhadores para os
sindicatos, pois são incontestes os efeitos positivos
que o aumento da sindicalização traz ao
fortalecimento das entidades, à presença sindical
no interior das empresas, à renovação do
quadro de dirigentes e ativistas e, até mesmo,
às suas receitas.
Vamos em frente, união é Força!
Sindicalize-se!
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