domingo, 11 de outubro de 2015


O SINDICATO É UNIÃO! Esta é a ideia-força do sindicalismo classista. Trabalhador tem poder quando está unido ao sindicato. Só assim é respeitado e valorizado, conquista melhores salários e melhores condições de vida e trabalho não só para si, mas para a família, para a comunidade e para toda a sociedade. Fortalecer os sindicatos é uma tarefa da cidadania avançada e democrática. Sindicato forte é aquele presente na vida dos trabalhadores, na luta pelos direitos, na negociação do dia-a-dia. A melhor forma de medir a força do sindicato é pelo nível de sindicalização da categoria. Quanto mais trabalhadores sindicalizados, mais representativo é o sindicato, mais presente nas empresas, mais organizado na prestação de serviços, no atendimento das necessidades da sua base. É o que chamamos de “círculo virtuoso”! O Brasil é um dos campeões na concentração de renda: poucos ganham muito e muitos ganham pouco. A luta sindical é uma via eficiente para melhor distribuir o bolo da economia. É por isto que a Força Sindical lança o desafio de ampliar o nível de sindicalização para aumentar o poder de pressão e negociação dos sindicatos e de todo o movimento, pois queremos fatias cada vez maiores do bolo que se forma com o crescimento econômico e o desenvolvimento do País. União é Força! Sindicalize-se! Miguel Eduardo Torres Presidente da Força Sindical Se você ainda não é sindicalizado, corra. Procure a secretaria de seu Sindicato. Você será atendido com o maior prazer. https://www.facebook.com/CentralSindical https://twitter.com/centralsindical http://www.youtube.com/user/centralsindical http://www.flickr.com/photos/forca_sindical Filiada À CSI Filiada À CSI SINDICATO: UMA HISTÓRIA DE LUTAS E CONQUISTAS O primeiro sindicato brasileiro foi fundado em 1858, o dos tipógrafos do Rio de Janeiro. De lá para cá rolou muita luta, boa parte sob violenta repressão e controle do Estado contra a livre organização dos trabalhadores. Porém, apesar disso, foram muitas as conquistas dos trabalhadores, hoje inscritas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e na Constituição Federal de 1988. Ou seja, é preciso ficar claro que os direitos dos trabalhadores não foram dádivas das classes dominantes e do patronato, e sim conquistas da luta dos próprios trabalhadores e de seus sindicatos. Vale a pena lembrar algumas delas: • Férias remuneradas de 30 dias por ano, com acréscimo de 1/3 do salário; • Direito ao descanso semanal remunerado; • 13º salário; • Jornada de 44 horas semanais; • Direito à aposentadoria; • Seguro-desemprego; • Salário mínimo nacional; • Direito ao aviso prévio em caso de demissão; • Licença-maternidade de 120 dias. PARA MAIS DIREITOS E CONQUISTAS, AUMENTAR A SINDICALIZAÇÃO Sabemos que não podemos nos acomodar, e que os trabalhadores exigem mais conquistas trabalhistas. Nos últimos anos avançamos bastante na recuperação do poder de compra dos salários. As Conven- ções Coletivas de Trabalho têm garantido, à maioria dos trabalhadores, aumentos reais. Graças ao acordo costurado pelas Centrais Sindicais, o salário mínimo conta com uma importante política de recuperação. Vamos continuar mobilizados para conquistar a redu- ção da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução dos salários, e para acabar com o famigerado “Fator Previdenciário”, que em muito prejudica os trabalhadores na hora da aposentadoria. É preciso, ainda, acabar de vez com a interferência do Estado na organização dos trabalhadores. Apesar da liberdade e autonomia sindicais garantidas pela Constituição, é cada dia mais frequente a indevida interferência do Ministério Público do Trabalho na administração dos sindicatos, visando, muita vezes, desarticular sua ação pela via do corte das contribuições dos trabalhadores para seu sustento. Nossa resposta deve ser: mais trabalhadores sindicalizados, mais democracia para os sindicatos! É fundamental organizarmos um grande mutirão para trazer mais trabalhadores para os sindicatos, pois são incontestes os efeitos positivos que o aumento da sindicalização traz ao fortalecimento das entidades, à presença sindical no interior das empresas, à renovação do quadro de dirigentes e ativistas e, até mesmo, às suas receitas. Vamos em frente, união é Força! Sindicalize-se!

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